Economia & PolíticaRelevância BR: 9/10
Endividamento familiar no Brasil: um alívio tímido, mas com atenção redobrada
08 de outubro de 2026

Destaques
- •Endividamento familiar cai levemente em setembro, mas permanece em patamar elevado.
- •Inadimplência recua para a maioria das faixas de renda, mas sobe para os mais ricos.
- •Tempo médio de atraso nas dívidas aumenta, indicando maior dificuldade de pagamento.
A gente respira um pouco mais aliviado: o endividamento das famílias brasileiras teve um recuo tímido em setembro, saindo de 82% para 81,7%. É a primeira queda desde dezembro de 2025.
Mas nem tudo são flores. Enquanto a inadimplência caiu para quem ganha até 3 salários mínimos, ela aumentou para os mais ricos (acima de 10 salários). E o tempo médio que as dívidas ficam em atraso só aumenta, chegando a 65,3 dias.
A conta ainda pesa no bolso: quase 20% das famílias comprometem mais da metade da renda com dívidas, e prazos mais longos podem mascarar o problema.
Fontes
https://g1.globo.com/dynamo/economia/rss2.xml

