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Eleição Presidencial: Rejeição a Lula pode pesar mais que alianças políticas, diz especialista

07 de outubro de 2026
Eleição Presidencial: Rejeição a Lula pode pesar mais que alianças políticas, diz especialista

Destaques

  • •CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, avalia que migração de eleitores no 2º turno depende mais da rejeição aos candidatos do que de apoios formais.
  • •Pesquisas iniciais indicam maior migração de votos para Flávio Bolsonaro, associada à rejeição ao atual presidente.
  • •Abstenção e a capacidade de mobilizar eleitores de baixa renda e menor escolaridade são fatores cruciais para o resultado final.

A disputa presidencial no segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro pode ter um fator decisivo inesperado: a rejeição ao atual presidente. Marcelo Tokarski, CEO do instituto de pesquisa Nexus, aponta que a migração de eleitores derrotados no primeiro turno para um dos candidatos não se deve tanto às alianças políticas, mas sim ao descontentamento com os principais concorrentes.

Tokarski explica que muitos eleitores buscaram uma alternativa à polarização no primeiro turno. Com a disputa reduzida a dois nomes, a necessidade de escolher entre Lula e Flávio Bolsonaro força esse grupo a tomar uma decisão, e as pesquisas iniciais sugerem que a rejeição a Lula tem pesado mais.

Além disso, a abstenção, especialmente entre eleitores de baixa renda e menor escolaridade — público tradicionalmente fiel a Lula —, representa um desafio e uma oportunidade. A mobilização desses eleitores e a redução do índice de abstenção podem ser determinantes para o resultado final, com cada ponto percentual de comparecimento adicional podendo representar milhões de votos. 📉

Fontes

https://feeds.bbci.co.uk/portuguese/rss.xmlhttps://morss.it/https://veja.abril.com.br/politica/feed/

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