Eduardo Cunha: Votos não bastam, a Justiça Eleitoral diz 'ainda não'

Destaques
- •Eduardo Cunha não foi eleito deputado federal por Minas Gerais, apesar de ter recebido 32.075 votos.
- •O registro de candidatura foi indeferido pelo TRE-MG devido à inelegibilidade que se estende até fevereiro de 2027.
- •A defesa de Cunha argumentou sobre a Lei da Ficha Limpa e um voto de Gilmar Mendes, mas o tribunal manteve a decisão.
Apesar de ter somado 32.075 votos para deputado federal em Minas Gerais, Eduardo Cunha não vai voltar à Câmara. O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) indeferiu o registro de candidatura do ex-presidente da Câmara.
A justificativa é que a inelegibilidade de Cunha, decorrente da cassação por quebra de decoro em 2016 e de uma condenação por improbidade administrativa, vai até fevereiro de 2027.
A defesa tentou argumentar com a nova Lei da Ficha Limpa e um voto favorável do ministro Gilmar Mendes, mas o TRE-MG considerou o entendimento isolado e manteve a decisão.
O caso agora segue para o TSE, mas a situação de Cunha, figura central no impeachment de Dilma Rousseff e com histórico de condenações e anulações, segue complexa. 📉



