DNA em cigarro resolve assassinato de adolescente após 44 anos

Destaques
- •Caso arquivado desde 1982 é solucionado com avanços em genealogia genética.
- •James Unick, 64, condenado pelo assassinato de Sarah Geer, 13, na Califórnia.
- •Técnica de DNA combinada com pesquisa genealógica foi crucial para a prisão.
Um detalhe minúsculo em um cigarro descartado, jogado fora há mais de quatro décadas, foi a chave para desvendar um crime brutal. A ciência forense moderna, especialmente a genealogia genética, finalmente trouxe justiça para Sarah Geer, uma adolescente assassinada em 1982 na Califórnia.
O assassino, James Unick, de 64 anos, foi considerado culpado. A investigação, que parecia perdida, foi reerguida graças à análise de DNA e à reconstrução de árvores genealógicas, conectando o material genético do cigarro com o encontrado nas roupas da vítima.
Agora, Unick aguarda a sentença de prisão perpétua, um desfecho que, mesmo após 44 anos, demonstra que a justiça pode, sim, ser feita.




