Deepfake dá o bote: Mulher é enganada em R$ 130 milhões com vídeo falso do CEO

Destaques
- •Empresa europeia transfere €25 milhões após videochamada com falso CEO.
- •Fraudes com IA e manipulação de identidade já são maioria na Europa.
- •Ajustes em processos de validação e dupla checagem são a nova linha de defesa.
Um golpe digno de filme aconteceu recentemente: uma multinacional europeia transferiu €25 milhões após uma videochamada com quem parecia ser o próprio CEO. A reviravolta? O executivo nunca participou da conversa, sendo tudo obra de um deepfake.
A tática é ardilosa e se aproveita da nossa confiança: uma demanda plausível, com uma figura conhecida e um senso de urgência que faz qualquer um baixar a guarda. A Europol já aponta que uma parcela significativa das fraudes no continente agora usa inteligência artificial para enganar a identidade.
Mas nem tudo está perdido. Empresas já estão se armando com mudanças simples, mas eficazes.
A ideia é justamente dificultar a vida dos golpistas. Em vez de depender de uma única aprovação, a ordem agora é dupla checagem, registro de exceções e distribuição de responsabilidades. Pedidos fora do padrão, especialmente aqueles com valores, prazos curtos ou acessos sensíveis, ganham um escrutínio extra. É a tecnologia evoluindo para combater a própria evolução das fraudes. 💰




