Debate da Globo cancelado: Justiça e desistências viram 'atentado à democracia'

Destaques
- •Decisões do TSE e STF alteraram regras do debate da TV Globo na véspera do 1º turno.
- •Candidatos Ronaldo Caiado e Augusto Cury criticam interferência judicial e ausências.
- •Associações de imprensa expressam indignação com 'intervenção judicial' e 'agressão à liberdade de imprensa'.
O último debate presidencial antes do 1º turno, que seria transmitido pela TV Globo, foi cancelado após uma série de reviravoltas judiciais e desistências de candidatos. A emissora alegou insegurança jurídica e interferência indevida.
Decisões do TSE e do STF, como a que proibiu o púlpito reservado para Lula e a inclusão de Renan Santos, geraram polêmica. Candidatos como Ronaldo Caiado (PSD) classificaram as ações como um “atentado à democracia” e uma “ditadura da toga”.
A Globo cancelou o programa após a desistência de Flávio Bolsonaro (PL), que citou “censura” do TSE. Entidades como a Abert, ANER e ANJ manifestaram “profunda indignação” com a “intervenção judicial”, defendendo a liberdade de imprensa.


