Cuba: Diálogo sim, guerra também? Ministro alerta EUA sobre 'banho de sangue'

Destaques
- •Ministro das Relações Exteriores de Cuba, <b>Bruno Rodríguez</b>, declara abertura para diálogo com os EUA, mas se prepara para defesa enérgica.
- •Havana denuncia que políticas de Washington visam causar sofrimento e desestabilizar o país, chamando o bloqueio de 'crime contra a humanidade'.
- •A tensão aumenta com a Assembleia Geral da ONU agendada para 7 de julho para denunciar ameaças dos EUA, em um cenário de 'estado de emergência nacional' declarado por <b>Donald Trump</b>.
Cuba está em alerta máximo! O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, deu o recado direto para Washington: o diálogo está aberto, mas qualquer agressão militar contra a ilha será respondida com força total, prometendo um 'banho de sangue' e mortes de ambos os lados.
Apesar das ameaças, Havana reitera a disposição em conversar e cooperar, mesmo com o endurecimento do embargo energético e sanções secundárias que, segundo o ministro, visam causar sofrimento e desestabilizar o país.
A situação se agrava com a convocação de uma sessão na Assembleia Geral da ONU em 7 de julho para denunciar a escalada de agressões, em um contexto de 'estado de emergência nacional' decretado pelos EUA contra Cuba.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, já classificou as medidas americanas como 'fascistas, criminosas e genocidas', pedindo que os EUA permitam que Cuba viva, comercialize e se desenvolva sem obstáculos.




