CSN: Novo CEO acende a esperança de venda de ativos e alívio nas dívidas
Destaques
- •Títulos da CSN se valorizam após anúncio de novo CEO.
- •Venda da unidade de cimento pode ser fechada em breve, mas por valor menor que o esperado.
- •Nomeação de Fabio Schvartsman, ex-Vale, sinaliza otimismo para redução de endividamento.
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) viu seus títulos de dívida dispararem nos mercados emergentes desde a chegada do novo CEO, Fabio Schvartsman, ex-presidente da Vale. A aposta é que o programa de venda de ativos finalmente saia do papel e ajude a empresa a respirar.
A troca no comando, após duas décadas sob Benjamin Steinbruch, foi vista como um sopro de otimismo. Schvartsman traz na bagagem a experiência para destravar negociações que se arrastam há anos, como a venda da unidade de cimento, que já tem propostas de cerca de R$ 11 bilhões, abaixo dos R$ 15 bilhões que a CSN almejava.
Mas nem tudo são flores. A CSN ainda acumula um prejuízo líquido ajustado de R$ 773 milhões no último trimestre e uma dívida líquida de R$ 42,1 bilhões. A execução dos planos de venda e a gestão do endividamento serão cruciais para a nova liderança.
A valorização dos títulos da CSN desde o anúncio, cerca de 5%, contrasta com a perda de 0,5% de um índice mais amplo de dívida corporativa em mercados emergentes. O mercado agora espera que Schvartsman mostre resultados rápidos. 📈

