Cripto para aposentar? Sim, mas com cautela!

Destaques
- •Criptomoedas podem compor uma carteira de aposentadoria, mas como um complemento, não o foco principal.
- •Especialistas sugerem alocar entre 1% e 5% do patrimônio em cripto para objetivos de longo prazo.
- •Simulação mostra que 3% em Bitcoin pode ter elevado o retorno de uma carteira em 10 anos, mas com maior volatilidade.
Aposentadoria não é só imóvel e previdência. Um número crescente de brasileiros, especialmente os mais jovens, está de olho nas criptomoedas para construir o futuro. Uma pesquisa da Anbima revelou que 12% dos investidores já usam moedas digitais com esse objetivo, superando até mesmo ações e previdência privada.
Mas calma lá, não é pra sair jogando tudo em Bitcoin! A ideia é que elas funcionem como um componente complementar da carteira, já que seguem sendo investimentos de alto risco e volatilidade. Especialistas recomendam algo entre 1% e 5% da carteira para investidores mais experientes.
Uma simulação de 10 anos mostrou que uma carteira com 3% de Bitcoin teve um retorno de 284%, superando CDI e IHFA, mas com oscilações mais intensas. O ponto é: retorno passado não garante futuro, e o risco regulatório, de mercado e operacional continua batendo na porta.




