CISO da Vivo: Menos ferramentas, mais IA para blindar a segurança digital

Destaques
- •CISOs enfrentam o desafio de proteger empresas sem aumentar a complexidade operacional.
- •A consolidação de ferramentas de segurança e o uso inteligente da IA são chaves para otimizar a proteção.
- •A escassez de profissionais de cibersegurança exige novas estratégias de formação e desenvolvimento de talentos.
A explosão das ameaças digitais e a infinidade de soluções de segurança no mercado deixam os CISOs de cabelo em pé: como garantir a proteção corporativa sem virar um caos operacional? A resposta, segundo André Rocha, CISO da Vivo, passa por uma combinação certeira de consolidação de ferramentas, capacitação constante e o uso sagaz da inteligência artificial.
A ideia é simplificar. Muitas empresas hoje se afogam em um mar de softwares que fazem a mesma coisa, inchando custos e a complexidade. A tendência é clara: menos fornecedores, plataformas mais integradas e, claro, mais inteligência artificial para dar um gás nas respostas a incidentes.
A escassez de talentos em cibersegurança é outro gargalo. Com ataques cada vez mais rápidos e sofisticados, a capacitação contínua e a formação de novos profissionais se tornam não só importantes, mas essenciais.
A inteligência artificial já não é mais um diferencial, é uma necessidade para combater cibercriminosos que operam em velocidade de máquina. E com ataques mais rápidos, a resiliência – a capacidade de se recuperar de um incidente – ganha protagonismo.
O recado final é claro: segurança digital não é um entrave, é parte da estratégia do negócio. E a identidade, claro, continua sendo o ponto nevrálgico das ameaças. Equilíbrio é a palavra-chave. 🤝



