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CISO da Vivo: Menos ferramentas, mais IA para blindar a segurança digital

07 de julho de 2026
CISO da Vivo: Menos ferramentas, mais IA para blindar a segurança digital

Destaques

  • CISOs enfrentam o desafio de proteger empresas sem aumentar a complexidade operacional.
  • A consolidação de ferramentas de segurança e o uso inteligente da IA são chaves para otimizar a proteção.
  • A escassez de profissionais de cibersegurança exige novas estratégias de formação e desenvolvimento de talentos.

A explosão das ameaças digitais e a infinidade de soluções de segurança no mercado deixam os CISOs de cabelo em pé: como garantir a proteção corporativa sem virar um caos operacional? A resposta, segundo André Rocha, CISO da Vivo, passa por uma combinação certeira de consolidação de ferramentas, capacitação constante e o uso sagaz da inteligência artificial.

A ideia é simplificar. Muitas empresas hoje se afogam em um mar de softwares que fazem a mesma coisa, inchando custos e a complexidade. A tendência é clara: menos fornecedores, plataformas mais integradas e, claro, mais inteligência artificial para dar um gás nas respostas a incidentes.

A escassez de talentos em cibersegurança é outro gargalo. Com ataques cada vez mais rápidos e sofisticados, a capacitação contínua e a formação de novos profissionais se tornam não só importantes, mas essenciais.

A inteligência artificial já não é mais um diferencial, é uma necessidade para combater cibercriminosos que operam em velocidade de máquina. E com ataques mais rápidos, a resiliência – a capacidade de se recuperar de um incidente – ganha protagonismo.

O recado final é claro: segurança digital não é um entrave, é parte da estratégia do negócio. E a identidade, claro, continua sendo o ponto nevrálgico das ameaças. Equilíbrio é a palavra-chave. 🤝

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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