China na ONU: Mais voz para o Sul Global e um 'chega pra lá' na desigualdade

Destaques
- •China defende soberania e maior participação do Sul Global nas decisões da ONU.
- •Pequim propõe reforma na governança internacional para refletir mudanças econômicas e de poder.
- •Aumento da representação de países em desenvolvimento no Conselho de Segurança da ONU é um dos focos.
A China deu o recado na ONU: chega de concentração de poder! O vice-presidente Han Zheng, em nome de Xi Jinping, defendeu o respeito à soberania e a ampliação da voz dos países do Sul Global nas decisões internacionais.
A ideia é fortalecer o multilateralismo e acelerar a Agenda 2030, com a Iniciativa para o Desenvolvimento Global como carro-chefe. A China quer que a estrutura de governança global, incluindo o Conselho de Segurança da ONU, reflita as mudanças econômicas e de poder que rolam pelo mundo.
Essa defesa da igualdade soberana e da não interferência em assuntos internos já tinha sido dita antes, inclusive na cúpula do Brics. A China também quer ver reformas nas instituições financeiras e na OMC para dar mais espaço aos países em desenvolvimento.
Ou seja, a China está jogando suas fichas para uma ordem internacional mais equilibrada e representativa. 🌍


