CEO da Lynas deixa o posto após transformar mineradora em potência ocidental de terras raras
Destaques
- •Amanda Lacaze, com experiência em marketing, reverteu a sorte da Lynas, cujas ações subiram 15x sob sua gestão.
- •A empresa fechou acordo com o Pentágono para fornecer terras raras, reduzindo a dependência da China.
- •A Lynas se consolida como alternativa ocidental à China no processamento de terras raras, essenciais para tecnologias avançadas.
Quando Amanda Lacaze assumiu a Lynas em 2014, a mineradora australiana de terras raras estava em frangalhos: ações em queda livre e um histórico recente de trocas de comando. Com experiência em marketing e sem um pingo de receio, ela encarou o desafio de desafiar o monopólio chinês no setor.
E deu certo! Após 12 anos, Lacaze deixará a empresa no fim de junho, transformando a Lynas em uma potência ocidental. Recentemente, a mineradora fechou um acordo preliminar para vender terras raras ao Pentágono, incluindo as escassas terras raras pesadas. O valor das ações da companhia subiu cerca de 15 vezes em sua gestão, e a receita avançou 70%.
Agora, com o mercado de terras raras aquecido pela demanda de veículos elétricos e tecnologias avançadas, a Lynas se posiciona como uma válvula de escape crucial diante das restrições chinesas. A saída de Lacaze marca o fim de um ciclo de sucesso, mas a empresa está fortalecida para o futuro.


