Campanha de Lula em crise: Nordeste assume o comando e Edinho Silva é criticado
Destaques
- •Três petistas do Nordeste assumem coordenação da campanha de Lula.
- •Edinho Silva é criticado por centralizar decisões e focar em 'legado'.
- •Kátia Abreu critica protagonismo de Janja e pede mais espaço para Alckmin.
A campanha de Lula parece ter entrado em modo de reestruturação total. Com o resultado do primeiro turno aquém do esperado, a coordenação nacional foi reforçada com três nomes fortes do Nordeste: Camilo Santana (CE) na política, Rui Costa (BA) na agenda e Rafael Fonteles (PI) na comunicação.
A ideia é turbinar a votação na região, vista como chave para virar o jogo. Mas nem tudo são flores nos bastidores. O próprio Lula disparou: disse que esta é a campanha mais desorganizada que já participou desde 1989.
A pressão aumenta sobre o coordenador-geral, Edinho Silva, criticado por centralizar decisões e insistir em defender o 'legado' do governo, que anda mal avaliado. Já a Secom, sob Sidônio Palmeira, foca em temas como soberania e terras raras, em vez de problemas do dia a dia do eleitor.
E para completar o quadro, a ex-senadora Kátia Abreu jogou lenha na fogueira, criticando o protagonismo de Janja e pedindo mais espaço para o vice Geraldo Alckmin na campanha. A comunicação digital também está mudando, com Lula se aproximando de influenciadores e adotando um tom mais duro em temas como segurança pública.
A campanha tenta uma virada de jogo, mas a desorganização e as críticas internas pintam um cenário desafiador. 📉


