Brasil pode ter energia solar firme com custo baixíssimo em 2035

Destaques
- •Projeção da Irena coloca o Brasil em segundo lugar mundial em custo de energia solar firme com baterias.
- •O custo estimado para 2035 é de US$ 41 por MWh, atrás apenas da China.
- •A queda nos preços das baterias é o principal motor dessa redução de custos.
Prepare-se para uma notícia que pode mudar o jogo da energia no Brasil. Projeções da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), divulgadas pela Absolar, indicam que o país poderá alcançar um dos menores custos globais para a geração de energia solar firme até 2035, na casa dos US$ 41 por megawatt-hora (MWh).
Essa marca coloca o Brasil na vice-liderança mundial, atrás apenas da China (US$ 33/MWh), e empatado com Omã. O segredo está na combinação de geração fotovoltaica com sistemas de armazenamento em baterias, garantindo uma confiabilidade de 95%.
A evolução tecnológica e a queda vertiginosa nos custos das baterias – que despencaram 93% entre 2010 e 2024 – são os grandes impulsionadores dessa tendência.
Essa competitividade abre portas para um novo capítulo na expansão das energias renováveis no Brasil, onde a energia limpa não será avaliada apenas pelo custo, mas também pela sua disponibilidade e previsibilidade.


