Brasil em Alerta: Apenas 30% das empresas treinam para ataques cibernéticos

Destaques
- •Baixa prontidão operacional em cibersegurança no Brasil.
- •Descompasso entre preocupação com reputação e planos de resposta a incidentes.
- •Exercício Guardião Cibernético busca fortalecer resiliência de setores críticos.
Apesar da sofisticação crescente dos ataques cibernéticos, a prontidão operacional no Brasil ainda engatinha. Uma pesquisa recente da FTI Consulting e MiTi com mais de 230 organizações revelou que apenas 30% realizam treinamentos regulares do Plano de Resposta a Incidentes.
O descompasso é gritante: enquanto 72% das empresas temem mais o impacto reputacional do que perdas financeiras, só 19% possuem planos formais de resposta integrados às instâncias decisórias.
Diante desse cenário, a preparação se torna um pilar fundamental.
É aí que entra o Exercício Guardião Cibernético (EGC), o maior do hemisfério sul, organizado pelo Comando de Defesa Cibernética (ComDCiber) do Exército Brasileiro. A iniciativa visa testar e fortalecer a capacidade de resposta de organizações de setores críticos a incidentes cibernéticos.
A oitava edição do EGC, que vai até sexta-feira (25), reúne mais de 240 organizações, incluindo Forças Armadas, órgãos governamentais e operadores de setores estratégicos, para garantir que o Brasil esteja mais preparado para o pior. 🛡️
