Economia & PoliticaRelevância BR: 9/10

Brasil diz 'não' a chamar facção de terrorista, mas nega leniência

12 de agosto de 2026

Destaques

  • Celso Amorim, assessor especial da Presidência, explicou a posição do Brasil sobre classificar facções criminosas como terroristas.
  • A oposição à medida, segundo Amorim, visa evitar impactos negativos na economia e na soberania nacional, e não significa complacência com o crime.
  • O Brasil reforça o compromisso com o combate ao crime organizado dentro dos limites da Constituição e do Estado Democrático de Direito.

O Brasil tem uma posição clara: não vai chamar facções criminosas de terroristas. Celso Amorim, assessor especial da Presidência, explicou que essa decisão não é por falta de seriedade com o crime, mas sim para proteger a economia e a soberania do país.

A ideia é que classificar grupos como PCC e Comando Vermelho como terroristas, como fizeram os EUA, pode trazer consequências indesejadas, como sanções e interferências externas.

Mas calma, isso não quer dizer que o governo Lula vai facilitar para os criminosos. Pelo contrário, o compromisso é de um combate firme e implacável, mas sempre dentro das leis e da Constituição. A cooperação internacional está garantida, mas a autonomia do Brasil também.

Fontes

https://g1.globo.com/dynamo/politica/rss2.xml

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