MBL e Missão: Venda de Cursos de "Cortes" pode custar caro nas eleições
Destaques
- •Partido Missão e MBL incentivam produção de vídeos curtos com promessa de dinheiro via monetização.
- •Legislação eleitoral veda oferta de vantagem econômica em troca de engajamento, com risco de inelegibilidade.
- •Caso Pablo Marçal serve de alerta: Justiça Eleitoral considera estrutura organizada para monetização como propaganda vedada.
Atenção, pessoal! O partido Missão, ligado ao MBL, tá incentivando a galera a produzir vídeos curtos, os famosos "cortes", com a promessa de grana fácil pela monetização de plataformas como TikTok e YouTube.
O problema é que a lei eleitoral é clara: oferecer qualquer vantagem econômica por engajamento é proibido e pode levar à inelegibilidade e até à perda de mandato.
A estratégia, que inclui cursos como a "Máquina de Cortes", já tem um precedente perigoso: o caso Pablo Marçal, que foi declarado inelegível por uma tática similar.
A Justiça Eleitoral entende que a organização e o estímulo financeiro, mesmo que via monetização da plataforma, configuram propaganda remunerada vedada. Ou seja, o partido corre um risco real de punição. ⚖️



