Brasil bate recorde de passageiros, mas perde rotas aéreas para vizinhos

Destaques
- •Brasil registrou mais de 100 milhões de passageiros domésticos em 2024, um recorde.
- •Apesar do recorde, o país perdeu 85 rotas e 4,5% de frequências desde 2019.
- •Colômbia e República Dominicana ganharam rotas e frequências no mesmo período.
- •Carga tributária e políticas públicas são apontadas como fatores de divergência.
O Brasil celebrou um marco histórico em 2024 com mais de 100 milhões de passageiros domésticos em um único ano. Um feito e tanto!
Porém, nem tudo são flores no céu da aviação brasileira. Enquanto o número de passageiros voa alto, a conectividade do país não acompanhou. Desde 2019, o Brasil viu 85 rotas sumirem e as frequências caíram 4,5%.
Enquanto isso, vizinhos como Colômbia e República Dominicana expandiram suas malhas aéreas, ganhando rotas e frequências. A Iata, associação internacional do setor, aponta a diferença nas políticas públicas e carga tributária como o grande divisor de águas.
A proposta de IVA no Brasil, que pode elevar impostos sobre passagens, preocupa: a Iata estima uma queda de 30% na demanda se aprovada. Ou seja, menos gente voando e mais gente pegando ônibus.
O setor aéreo na América Latina, apesar dos desafios, ainda tem potencial de crescimento. A Latam, por exemplo, aposta em jatos regionais para expandir rotas e destinos, mirando no potencial do mercado doméstico brasileiro. ✈️




