Bitcoin e Ibovespa lideram em setembro, mas ouro e cripto sofrem no ano

Destaques
- •Bitcoin teve a maior alta em setembro (6,51%), superando o Ibovespa (5,03%).
- •No acumulado do ano, Bitcoin e ouro registram as maiores quedas.
- •Tesouro Selic e Tesouro IPCA+ superam a inflação em todos os períodos analisados.
Setembro de 2026 foi um mês de altos e baixos nos mercados. O Bitcoin disparou 6,51%, liderando os ganhos entre os principais indicadores financeiros. Logo atrás veio o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, com uma valorização expressiva de 5,03%.
Mas nem tudo foram flores. Quando olhamos para o quadro geral, a história muda de figura.
Apesar da alta em setembro, o Bitcoin acumula uma queda de 4,51% em 2026 e um tombo de 26,55% em 12 meses, a pior marca entre os indicadores. O ouro também amargou perdas significativas, com a maior queda do mês (-6,52%) e um recuo de 4,50% no ano.
Por outro lado, a renda fixa mostrou resiliência. Os títulos do Tesouro Selic e Tesouro IPCA+ apresentaram ganhos consistentes, superando a inflação (IPCA-15) em todos os períodos analisados, tanto no mês quanto no acumulado do ano e em 12 meses. O Tesouro Selic, aliás, lidera a rentabilidade anual e de 12 meses.
O dólar comercial e o turismo também fecharam setembro em queda, o que pode ser um alívio para quem planeja viagens internacionais ou importa produtos. O Risco Brasil, apesar de uma leve alta mensal, segue em trajetória de queda no ano.
Em resumo, setembro trouxe um respiro para ativos de risco como Bitcoin e Ibovespa, mas a cautela impera no longo prazo. 📈

