Banco Master: Haddad descarta risco sistêmico, mas admite 'pancada' no FGC

Destaques
- •Ministro Fernando Haddad afirma que crise do Banco Master não representa risco sistêmico para a economia brasileira.
- •O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) pode ter de 30% a 50% de seu volume comprometido, o que Haddad classificou como 'uma pancada como nunca se viu na história do sistema financeiro brasileiro'.
- •Haddad reitera que o caso é a 'maior fraude bancária da história do Brasil' e que o Banco Central está revendo normas de segurança para evitar novas ocorrências.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acalmou os ânimos ao afirmar que a crise do Banco Master não representa um risco sistêmico para a economia brasileira. Segundo ele, os impactos estão concentrados no Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Apesar de não haver risco sistêmico, Haddad admitiu que o caso é uma verdadeira “pancada” para o sistema financeiro, podendo comprometer entre 30% a 50% do volume do FGC. Ele reiterou que se trata da “maior fraude bancária da história do Brasil”.
O Banco Central já está atuando para rever as normas de segurança do sistema financeiro, a fim de fechar as brechas que permitiram a atuação do Banco Master e evitar que situações como essa voltem a ocorrer.




