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Banco Master: Haddad descarta risco sistêmico, mas admite 'pancada' no FGC

28 de fevereiro de 2026
Banco Master: Haddad descarta risco sistêmico, mas admite 'pancada' no FGC

Destaques

  • Ministro Fernando Haddad afirma que crise do Banco Master não representa risco sistêmico para a economia brasileira.
  • O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) pode ter de 30% a 50% de seu volume comprometido, o que Haddad classificou como 'uma pancada como nunca se viu na história do sistema financeiro brasileiro'.
  • Haddad reitera que o caso é a 'maior fraude bancária da história do Brasil' e que o Banco Central está revendo normas de segurança para evitar novas ocorrências.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acalmou os ânimos ao afirmar que a crise do Banco Master não representa um risco sistêmico para a economia brasileira. Segundo ele, os impactos estão concentrados no Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Apesar de não haver risco sistêmico, Haddad admitiu que o caso é uma verdadeira “pancada” para o sistema financeiro, podendo comprometer entre 30% a 50% do volume do FGC. Ele reiterou que se trata da “maior fraude bancária da história do Brasil”.

O Banco Central já está atuando para rever as normas de segurança do sistema financeiro, a fim de fechar as brechas que permitiram a atuação do Banco Master e evitar que situações como essa voltem a ocorrer.

Fontes

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