Assédio Eleitoral no Trabalho: O que você precisa saber antes das eleições de 2026
Destaques
- •A Justiça trabalhista condenou a rede Marabraz por assédio eleitoral.
- •A empresa pressionou funcionários via WhatsApp para votar em candidato específico.
- •O assédio eleitoral é crime e pode ocorrer de forma sutil ou explícita.
Fique ligado: o Ministério Público do Trabalho está de olho em casos de assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Discussões políticas que invadem escritórios e grupos de WhatsApp corporativos podem configurar crime, especialmente com as eleições de 2026 se aproximando.
Um exemplo recente é a condenação da rede Marabraz, que terá que pagar R$ 10 mil a um ex-funcionário por pressioná-lo a votar em um candidato específico através de um grupo de WhatsApp. A Justiça considerou a demissão do funcionário inválida e a converteu em desligamento sem justa causa, além de outras verbas.
A linha entre a conversa política e o assédio é tênue e depende da relação de poder e da existência de pressão, constrangimento ou tentativa de interferir na escolha do eleitor. A legislação eleitoral proíbe o assédio em ambientes de trabalho, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou essa proibição para 2026.
Em caso de assédio, guarde provas como mensagens e procure o sindicato ou o Ministério Público do Trabalho. A Justiça do Trabalho já contabilizou centenas de processos sobre o tema, com destaque para o uso de terror psicológico e ferramentas digitais como o WhatsApp. 📉


