Argentina: Mais de 370 mil empregos formais perdidos desde o início do governo Milei
Destaques
- •Emprego privado na Argentina acumula 14 meses de queda contínua, com mais de 370 mil postos de trabalho eliminados.
- •Setores de manufatura, comércio e construção civil são os mais afetados, com mais de 200 mil empregos perdidos.
- •O especialista Luis Campos aponta que a destruição de empregos nos últimos 12 meses supera o primeiro ano e meio do governo Milei.
A Argentina vive um cenário de intensa perda de empregos formais desde que o presidente Javier Milei assumiu o cargo em novembro de 2023. São mais de 370 mil vagas eliminadas, com o setor privado registrando 14 meses consecutivos de queda.
O ajuste fiscal severo, a queda na atividade econômica e a perda do poder de compra dos salários são os principais motores dessa retração. A abertura do mercado às importações também contribuiu, levando ao fechamento de cerca de 30 mil empresas.
A situação é crítica.
Setores como manufatura, comércio e construção civil lideram as demissões, com mais de 200 mil postos de trabalho perdidos. Apenas a construção civil eliminou mais de 100 mil vagas formais. O especialista Luis Campos alerta que a destruição de empregos nos últimos 12 meses já supera o primeiro ano e meio do governo Milei, contrastando com o papel amortecedor do emprego público em administrações anteriores.