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Alíquota de Imposto sobre Consumo pode chegar a 28% em 2033

06 de agosto de 2026

Destaques

  • Nova estimativa aponta alíquota de 28% para impostos sobre consumo em 2033.
  • Projeção supera a estimativa inicial do Ministério da Fazenda (26,5%).
  • Alíquota maior que a média da OCDE (19,4%) e de países como Hungria (27%).
  • Benefícios fiscais e exceções aprovadas na reforma tributária elevam o custo para todos.

Adivinha só? A conta para os impostos sobre consumo em 2033 pode vir mais salgada do que a gente imaginava. O Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) estima que a alíquota final some cerca de 28%.

Essa taxa é o que vai garantir que a carga tributária atual se mantenha, mas o detalhe é que impostos altos no consumo pesam mais no bolso de quem ganha menos. E olha, essa projeção já passou a estimativa inicial da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert), que falava em 26,5%.

O problema é que essa alíquota de 28% fica acima da média de países desenvolvidos da OCDE, que é de 19,4%.

E por que isso acontece?

A culpa, em boa parte, é das exceções e benefícios fiscais aprovados na reforma. Quanto mais isenções e regimes especiais para alguns setores (como cesta básica, medicamentos, saúde, educação e até cultura), maior a alíquota padrão que o restante da galera vai ter que pagar para compensar. É o famoso 'quem não tem cão, caça com gato', só que ao contrário: quem tem benefício, faz os outros pagarem mais. 📉

Fontes

https://g1.globo.com/dynamo/politica/rss2.xml

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