Alíquota de Imposto sobre Consumo pode chegar a 28% em 2033
Destaques
- •Nova estimativa aponta alíquota de 28% para impostos sobre consumo em 2033.
- •Projeção supera a estimativa inicial do Ministério da Fazenda (26,5%).
- •Alíquota maior que a média da OCDE (19,4%) e de países como Hungria (27%).
- •Benefícios fiscais e exceções aprovadas na reforma tributária elevam o custo para todos.
Adivinha só? A conta para os impostos sobre consumo em 2033 pode vir mais salgada do que a gente imaginava. O Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) estima que a alíquota final some cerca de 28%.
Essa taxa é o que vai garantir que a carga tributária atual se mantenha, mas o detalhe é que impostos altos no consumo pesam mais no bolso de quem ganha menos. E olha, essa projeção já passou a estimativa inicial da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert), que falava em 26,5%.
O problema é que essa alíquota de 28% fica acima da média de países desenvolvidos da OCDE, que é de 19,4%.
E por que isso acontece?
A culpa, em boa parte, é das exceções e benefícios fiscais aprovados na reforma. Quanto mais isenções e regimes especiais para alguns setores (como cesta básica, medicamentos, saúde, educação e até cultura), maior a alíquota padrão que o restante da galera vai ter que pagar para compensar. É o famoso 'quem não tem cão, caça com gato', só que ao contrário: quem tem benefício, faz os outros pagarem mais. 📉



