Alckmin rebate Flávio Bolsonaro e evoca heróis de 32: "São Paulo não quer ditadura"

Destaques
- •Vice-presidente Geraldo Alckmin critica Flávio Bolsonaro em ato com Lula.
- •Alckmin evoca estudantes mortos em 1932 como "ídolos" contra a ditadura.
- •Declaração mira supostas relações financeiras e crítica ao filme sobre Jair Bolsonaro.
Em um ato com o presidente Lula em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin mandou um recado direto para o senador Flávio Bolsonaro: "São Paulo não quer ditadura".
Alckmin foi além, afirmando que os verdadeiros ídolos do estado são os estudantes Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, que morreram em 1932, e não o coronel Ustra, figura associada à ditadura militar.
A fala também alfinetou o filme sobre Jair Bolsonaro, classificado por Alckmin como o "cavalo da mentira", em referência a supostas relações financeiras com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.
A declaração reforça a tensão política e a disputa de narrativas históricas no cenário eleitoral brasileiro.


