Alckmin ignora guerra e pressiona por juros menores: "Taxa está muito elevada"

Destaques
- •Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, minimiza o impacto da guerra no Oriente Médio sobre a decisão do Banco Central.
- •Ele argumenta que o aumento de juros não resolveria a alta do petróleo e que a taxa Selic já está entre as mais altas do mundo.
- •O ministro pressiona por mais cortes na taxa básica de juros, apesar das expectativas do mercado financeiro por uma nova redução.
Parece que a guerra lá no Oriente Médio não está tirando o sono do nosso vice-presidente, Geraldo Alckmin. Ele deu um recado claro: a escalada de tensões internacionais não vai influenciar a decisão do Banco Central sobre a Selic.
Alckmin mandou a real, dizendo que aumentar juros não vai fazer o preço do petróleo cair e que a taxa básica de juros brasileira já está entre as duas maiores do mundo. Ou seja, o papo é reto: ele quer redução na taxa.
E o que isso significa na prática?
Apesar do cenário global instável, o governo pressiona por juros menores, indo na contramão do que a cautela internacional poderia sugerir. O Copom decide na próxima quarta e o mercado já espera um corte, mas Alckmin quer mais. 📉




