CPMI do INSS quer mais prazo e mira Lulinha, STF é o próximo passo

Destaques
- •Comissão parlamentar busca prorrogação para aprofundar investigações sobre desvios de R$ 4 bilhões no INSS.
- •Foco principal recai sobre o suposto envolvimento de Lulinha, filho do presidente Lula, em esquema de fraudes.
- •Decisão do STF sobre acesso a sigilos de Lulinha pode definir o rumo das apurações.
A CPMI do INSS não quer dar adeus tão cedo e vai bater na porta do Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir mais tempo. O objetivo é esticar os trabalhos e investigar a fundo os R$ 4 bilhões desviados das aposentadorias.
O alvo principal da comissão, especialmente para a oposição, é o suposto envolvimento de Fábio Luis da Silva, o Lulinha, filho do presidente, com os fraudadores do INSS. Há relatos de que ele recebia R$ 300 mil mensais de um operador do esquema.
A briga agora é contra a decisão liminar do ministro Flávio Dino, que barrou o acesso da CPMI aos sigilos fiscal e bancário de Lulinha. Se o STF não der o aval para a prorrogação, a comissão tem data para acabar: 28 de março.
A expectativa é que a decisão do Supremo impacte diretamente o andamento das investigações e a possibilidade de desvendar a extensão do esquema. 💰




