Adeus, Gloria Steinem: A voz que ecoou o feminismo por décadas

Destaques
- •Gloria Steinem, ícone feminista, faleceu aos 92 anos.
- •Ativista lutou por direitos iguais, legalização do aborto e casamento homoafetivo.
- •Legado inspirador para gerações e transformação no debate sobre direitos das mulheres.
O mundo do ativismo perdeu uma de suas vozes mais potentes: Gloria Steinem, símbolo da luta feminista, faleceu aos 92 anos. Com sua atuação marcante, ela não apenas deu visibilidade a pautas urgentes, mas também desafiou estruturas de poder.
Desde a juventude, Steinem enfrentou adversidades pessoais que moldaram sua visão de mundo, mas foi na década de 1960 que ela consolidou sua carreira como escritora e ativista. Sua reportagem infiltrada na Playboy, expondo o sexismo do império de Hugh Hefner, foi um marco, assim como a fundação da revista Ms., um marco editorial e feminista.
Ela foi uma defensora incansável da igualdade de direitos, incluindo a legalização do aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo, deixando um legado que continua a inspirar e a moldar o debate sobre gênero e direitos humanos.



