Adeus, Brasil! Criptos Argentinas Fecham Portas com Nova Regulação do BC
Destaques
- •Fintechs como Lemon e Bitso encerram ou reduzem operações no Brasil.
- •Nova regulação do Banco Central exige autorização e capital mínimo elevado.
- •Mercado de criptomoedas pode sofrer forte concentração, com apenas 10-17% das empresas sobrevivendo.
Parece que o sonho de expansão das fintechs de criptomoedas na terra do samba chegou ao fim. A argentina Lemon, que desembarcou por aqui em 2022, anunciou que vai fechar as portas no Brasil, e não está sozinha nessa despedida.
Várias outras exchanges, como Bitnuvem, NovaDAX e Bitso, também decidiram dar um tempo ou reduzir drasticamente suas operações por aqui. O motivo principal? A nova e rigorosa regulação do Banco Central.
A brincadeira ficou séria.
Empresas que já atuavam com cripto no Brasil têm até 30 de outubro para solicitar autorização ao BC. Quem não se adequar, adeus! E a adaptação não é barata: as exigências de capital podem variar entre R$ 10,8 milhões e R$ 37,2 milhões, um valor que muitas startups simplesmente não têm.
A nova regra, embora vise trazer mais segurança jurídica, pode acabar concentrando o mercado. Especialistas apontam que apenas entre 10% e 17% das empresas cripto brasileiras conseguirão se manter operando. O cenário é de um mercado mais enxuto e, quem sabe, mais seguro. 📉



