Zema mira no STF e suaviza discurso sobre privatizações
Destaques
- •Romeu Zema critica o STF, chamando-o de 'balcão de negócios' para alguns ministros.
- •Propõe mudanças na governança do Congresso para dar mais voz aos parlamentares.
- •Lista estatais que não seriam privatizadas: Banco do Brasil, BNDES, Petrobras, Embrapa e IBGE.
O candidato à Presidência, Romeu Zema, soltou o verbo nesta terça (25), alfinetando o Supremo Tribunal Federal (STF). Para ele, a Corte virou um "balcão de negócios" nas mãos de alguns ministros.
Mas nem só de críticas viveu o candidato. Zema também apresentou propostas para dar um "up" na governança do Congresso Nacional, questionando o poder de presidentes de Câmara e Senado em barrar projetos.
Falando em planos, o que antes era um "privatizar tudo" agora tem mais nuances. Ele detalhou que não mexeria com Banco do Brasil, BNDES e Petrobras, e surpreendeu ao incluir Embrapa e IBGE na lista de protegidas.
A ideia para gigantes como a Petrobras seria desmembrá-las para tornar a privatização mais palatável, regionalizando a operação. Um jeito diferente de pensar o futuro do setor público, mostrando que a campanha tem lá suas reviravoltas. 📈

