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Wearables: Amigos ou Inimigos da Sua Saúde Mental?

23 de fevereiro de 2026

Destaques

  • Dispositivos vestíveis (wearables) monitoram saúde, mas podem gerar ansiedade.
  • Dados isolados não substituem diagnóstico médico e percepção pessoal.
  • Ajuste metas, foque em métricas essenciais e valorize sua sensação corporal.

Relógios inteligentes e outros wearables prometem ser aliados na saúde, monitorando tudo, de sono a batimentos cardíacos. Mas, cuidado: a enxurrada de dados pode virar gatilho para ansiedade e cobrança excessiva.

A endocrinologista Alessandra Rascovski alerta que os dados sozinhos não fazem diagnóstico e que a percepção pessoal é fundamental. Algoritmos podem distorcer leituras, e o foco em métricas diárias pode desanimar.

Para usar essas ferramentas sem cair na armadilha do perfeccionismo, a dica é:

  • Desativar notificações de metas automáticas.
  • Personalizar seus objetivos.
  • Focar em poucas métricas-chave.
  • Analisar médias semanais/mensais.
  • Dar um tempo do aparelho.
  • Valorizar sua sensação física antes de olhar os números.

No fim das contas, os wearables são ferramentas de autoconhecimento, mas se gerarem hipervigilância, o benefício se perde. A chave é o equilíbrio para não se tornar um escravo dos dados. 🧘

Fontes

https://drauziovarella.uol.com.br/feed/

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