Vôlei Brasileiro Divide Opiniões: Trans Femininas em Quadra?
Destaques
- •CBV adere à política do COI e bane mulheres trans de competições nacionais.
- •Federação Paulista de Vôlei adia decisão sobre próximas competições, liberando Tifanny por ora.
- •Decisão gera surpresa e abre debate sobre regulamentação futura e impacto em atletas.
O mundo do vôlei brasileiro pegou fogo! A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou que vai seguir o Comitê Olímpico Internacional (COI) e, na prática, banir mulheres trans de competições nacionais.
A nova regra exige um teste genético para comprovar a ausência do gene SRY, ligado ao desenvolvimento masculino. A medida, que passa a valer para as principais competições a partir de 2026/27, gerou surpresa, inclusive no time da atleta Tifanny, que joga no Osasco.
Enquanto isso, a Federação Paulista de Vôlei soltou nota informando que o Campeonato Paulista atual segue as regras antigas, liberando Tifanny para jogar por enquanto. A federação vai analisar a situação com as áreas jurídica e de saúde para definir os próximos passos para competições futuras.



