Vasco: 21 chutes, 0 gols e a frustração que se repete

Destaques
- •Vasco atinge pico de finalizações na era Pedro Emanuel contra o Olimpia, mas não marca.
- •Estatísticas de 'gols esperados' (xG) indicam que o time deveria ter convertido pelo menos dois gols.
- •Lesão de Brenner e a chegada de Colidio trazem novas preocupações e esperanças para o ataque.
O empate do Vasco contra o Olimpia, em São Januário, pela Sul-Americana, foi daqueles de roer as unhas: 21 finalizações, um recorde na era do técnico Pedro Emanuel, e nenhum gol.
A análise mais fria, com a métrica de gols esperados (xG), mostra que o time criou chances suficientes para balançar as redes ao menos duas vezes. O problema? A bola não entrou, parando nas mãos do goleiro adversário ou em desperdícios claros de David e Spinelli.
Agora, o ataque do Vasco lida com a má notícia da lesão de Brenner, que pode afastar o atacante por até três semanas. A esperança fica por conta do recém-chegado Facundo Colidio, ex-River Plate, que pode ser a nova peça para resolver a artilharia.
O time mais finaliza, mais cria, mas a pontaria segue sendo um mistério. Será que Colidio chega para resolver o 'drama' do ataque? 🎯


