USDC assume a liderança no 'uso real' de stablecoins, superando a USDT

Destaques
- •A stablecoin USDC, da Circle, superou a USDT, da Tether, em volume de transações com uso econômico real no primeiro semestre.
- •Enquanto a USDT domina o mercado cripto tradicional, a USDC ganha força em aplicações financeiras convencionais.
- •A escolha entre USDT e USDC depende do objetivo do investidor: liquidez e acesso (USDT) versus transparência e integração bancária (USDC).
Lembra da USDT, a rainha das stablecoins? Pois é, parece que ela tem uma nova rival à altura. A USDC, da Circle, tá mostrando que não veio para brincar no quesito uso real na economia.
Enquanto a USDT ainda é o queridinho dos traders e corretoras, acumulando um volume altíssimo no Brasil, a USDC vem conquistando espaço em transações mais genuínas, aquelas que realmente movimentam dinheiro e não só números em uma blockchain. Dados da Visa mostram que a USDC respondeu por cerca de 70% do volume ajustado de transações no primeiro semestre, um salto impressionante de 2020 para cá.
Essa virada de jogo se explica pelas estratégias distintas das empresas. A Tether, emissora da USDT, sempre esteve mais ligada ao universo cripto, mas com algumas pulgas atrás da orelha por conta de questionamentos regulatórios. Já a Circle, com sua USDC, buscou desde o início a aproximação com o sistema financeiro tradicional, facilitando a vida de bancos e fintechs.
Então, para você, qual a melhor pedida?
Se busca liquidez e acesso a um monte de corretoras, a USDT ainda leva vantagem. Mas se a sua praia é transparência e integração com o mundo bancário, a USDC pode ser o seu porto seguro. 💰

