Turbi: De locadora a gigante da mobilidade com leasing e SaaS

Destaques
- •Turbi, que faturou R$ 400 milhões em 2025, lança fintech Trato para atuar em leasing.
- •Empresa de Daniel Prado usará tecnologia de rastreamento em carros para reduzir risco de inadimplência.
- •Plano é expandir para SaaS oferecendo monitoramento de veículos a bancos e lançar estacionamentos autônomos.
A Turbi, que faturou R$ 400 milhões em 2025 com 7 mil carros, está mudando de jogo. O fundador Daniel Prado agora mira em se tornar um gigante da mobilidade, inspirando-se em empresas como Uber e Google, e não mais apenas em locadoras tradicionais como a Localiza.
Para isso, a empresa lança a fintech Trato, focada em leasing. A grande sacada é usar a tecnologia de rastreamento que a Turbi já possui nos seus carros para reduzir o risco de inadimplência, permitindo bloquear o veículo remotamente em caso de não pagamento.
A Turbi também pretende oferecer essa tecnologia como um serviço (SaaS) para bancos, ajudando-os a diminuir perdas com financiamentos. Além disso, a empresa testará estacionamentos autônomos para reduzir custos.
A aposta é alta: o mercado de leasing é de R$ 200 bilhões anuais. A Turbi prevê comprar mais 5 mil carros este ano e faturar R$ 700 milhões, buscando provar sua eficiência com margens EBITDA que já superam as de concorrentes maiores em escala similar.




