Tupi em xeque: Justiça suspende recuperação judicial e Estádio Salles Oliveira volta a ser ponto de discórdia

Destaques
- •Maior credora quirografária, ACTS do Brasil, teve pedido de suspensão acatado pela Justiça de Minas Gerais.
- •Suspensão afeta a venda do Estádio Salles Oliveira, principal ativo para viabilizar a Recuperação Judicial do clube.
- •Construtora Rezende-Roriz também se beneficia da decisão, pois o estádio é parte de um contrato de permuta imobiliária.
A Recuperação Judicial do Tupi está temporariamente parada. A ACTS do Brasil, maior credora do clube, conseguiu uma liminar que suspende o processo, acendendo um alerta sobre o futuro do Estádio Salles Oliveira.
A decisão judicial atende ao pedido da ACTS, que alega que a venda do Salles Oliveira, principal ativo para quitar as dívidas, é inviável devido a um contrato de permuta imobiliária anterior com a Construtora Rezende-Roriz. A construtora também se beneficia da suspensão, pois o acordo envolvendo o estádio pode ser comprometido pela alienação judicial.
O Tupi, que busca se tornar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) para controlar seu passivo de aproximadamente R$ 24 milhões, vê agora o caminho para a recuperação financeira ainda mais nebuloso.




