TSE Debate: Deepfakes só serão proibidos se enganarem o eleitor

Destaques
- •Ministro André Mendonça propõe tese para uso de deepfakes nas eleições.
- •O critério será o grau de realismo capaz de enganar o eleitor.
- •A proposta visa diferenciar deepfakes de memes e animações com IA.
O TSE está prestes a decidir como lidar com deepfakes nas próximas eleições. O ministro André Mendonça lançou uma proposta que pode mudar o jogo: a tecnologia só será considerada proibida se for objetivamente capaz de enganar o eleitor com um alto grau de realismo.
A ideia é diferenciar claramente os deepfakes de outras formas de conteúdo gerado por IA, como memes e animações, que são mais óbvias e não buscam criar uma falsa percepção de autenticidade.
Essa definição mais clara pode evitar que a Justiça Eleitoral tenha que lidar com interpretações ambíguas sobre o uso de inteligência artificial em campanhas, especialmente com a perspectiva de mais discussões sobre o tema em 2026.



