Tráfico de animais e plantas: Meta e outras redes sociais viram 'mercado negro' online
Destaques
- •Redes sociais como Facebook e Instagram se tornaram plataformas para o tráfico ilegal de fauna e flora.
- •Pesquisadores detectaram mais de 1.600 primatas anunciados em apenas seis semanas.
- •A baixa percepção de risco, regulação frouxa e anonimato facilitam a expansão do comércio online.
A internet, especialmente redes sociais como Facebook e Instagram, virou o novo ponto de encontro para o tráfico ilegal de animais e plantas. Um estudo recente aponta que o comércio de espécies ameaçadas e outras, antes pouco consideradas, ganha velocidade e alcance online.
A dimensão do problema é assustadora: em apenas seis semanas, mais de 1.600 primatas foram encontrados anunciados, e um monitoramento de 280 plataformas identificou 33.006 exemplares de espécies protegidas pela Cites.
Mas o que leva a isso?
A resposta passa pela baixa percepção de risco, a regulação frouxa das plataformas e o anonimato que a internet oferece. Isso permite que o comércio opere em escala e velocidade muito superiores aos métodos tradicionais.
E o impacto vai além das espécies traficadas, com riscos de espécies invasoras e transmissão de doenças. A solução, segundo os pesquisadores, envolve uma combinação de IA, moderação mais forte, cooperação internacional e o crucial envolvimento das comunidades locais.
Um problema complexo, mas não insolúvel, que exige uma resposta digital e colaborativa. 📉




