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Totens de Vigilância: A Nova Fronteira da Segurança Privada e o Caos Regulatório no Brasil

16 de junho de 2026
Totens de Vigilância: A Nova Fronteira da Segurança Privada e o Caos Regulatório no Brasil

Destaques

  • Mercado de segurança eletrônica faturou R$ 16 bilhões em 2025, com alta de 16% em um ano.
  • Empresas como CoSecurity e Gabriel expandem o uso de totens com câmeras em áreas públicas e privadas.
  • Falta de regulamentação clara sobre vigilância biométrica em espaços públicos gera debate sobre privacidade e eficácia.

Os totens de metal com câmeras embutidas, antes restritos a condomínios de luxo, agora dominam as calçadas de bairros ricos em São Paulo e Rio de Janeiro, e se espalham por outras capitais. O mercado de segurança eletrônica, que gerou R$ 16 bilhões em 2025, viu um crescimento explosivo de 16% em um ano, impulsionado pela promessa de inibir crimes.

Essa expansão privada levanta um debate crucial: como regular um negócio que utiliza tecnologia de vigilância biométrica e inteligência artificial em espaço público, sem um marco regulatório específico e com evidências ainda incipientes sobre sua eficácia real na redução da criminalidade.

A falta de clareza jurídica, com a LGPD excluindo a segurança pública de suas regras, e a integração de sistemas privados com programas públicos como o Smart Sampa criam um cenário complexo.

Apesar de empresas como CoSecurity e Gabriel oferecerem soluções com promessas de redução de crimes, estudos independentes, como o do CESeC sobre o Smart Sampa, não encontraram redução estatisticamente significativa nos índices criminais. O debate sobre a real efetividade e os limites da vigilância privada em áreas públicas está apenas começando. 📉

Fontes

https://investnews.com.br/feed/

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