Tifanny Abreu rebate banimento de trans no vôlei: "Não vou me calar"

Destaques
- •CBV adota política do COI que exige teste genético para atletas trans.
- •Tifanny Abreu, apesar da regra, está liberada para o Campeonato Paulista.
- •Atleta se manifesta contra o "retrocesso" e promete luta por inclusão.
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou que vai adotar a política do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a elegibilidade de atletas trans, exigindo um teste genético com resultado negativo para o gene SRY.
Essa nova regra, que entra em vigor a partir da temporada 2026/27, causou apreensão sobre a participação da oposta Tifanny Abreu, mulher trans, no Campeonato Paulista. Contudo, a Federação Paulista de Voleibol (FPV) confirmou que a competição segue as regras anteriores, liberando Tifanny para jogar.
A jogadora de 41 anos se pronunciou contra a decisão, classificando-a como um "enorme retrocesso" e afirmando que "não vai se calar", prometendo lutar pelos direitos e inclusão de pessoas trans no esporte.

