Testosterona: O Exército dos EUA quer medir, mas a ciência alerta sobre riscos
Destaques
- •Exército dos EUA planeja medir níveis de testosterona em soldados com mais de 30 anos.
- •Especialistas alertam que o uso sem indicação médica pode ter efeitos limitados e riscos.
- •A obsessão popular pela testosterona ignora fatores como hábitos de vida e saúde.
A testosterona virou a nova queridinha das redes sociais, prometendo força e ganho muscular, e agora até o Exército dos EUA quer ficar de olho nos níveis do hormônio em seus soldados. Mas será que a fama é merecida?
Especialistas ouvidos pela BBC News Brasil jogam um balde de água fria nessa euforia. Segundo eles, a testosterona nem sempre entrega o que promete e seu uso indiscriminado pode ser ineficaz ou até perigoso.
A falta de necessidade real, variações genéticas na resposta dos receptores, dependência de nutrientes e até doenças como obesidade e diabetes tipo 2 podem minar os efeitos do hormônio. Para completar, os riscos incluem acne, infertilidade, coágulos sanguíneos, infarto e AVC.
Ou seja, para quem usa sem indicação médica, os riscos dificilmente compensam os benefícios. 📉

