Tesouro Direto: Renda Fixa em Alta e Recorde de Investimentos em 2026

Destaques
- •Janeiro de 2026 registra R$ 12 bilhões em títulos públicos vendidos, o maior valor mensal da história.
- •Momento favorável para renda fixa com Selic em alta e preocupações geopolíticas impulsionando títulos públicos.
- •Tesouro RendA+ e Educa+ oferecem fluxos de renda diferenciados para aposentadoria e educação, respectivamente.
O Tesouro Direto nunca atraiu tanto dinheiro! Em janeiro de 2026, o investimento em títulos públicos bateu um recorde histórico, com R$ 12 bilhões aplicados em um único mês, o maior volume desde a criação do programa há quase 25 anos.
E não é para menos: o cenário atual é um dos mais convidativos para a renda fixa. Com a taxa Selic ainda em patamares elevados e a volatilidade externa elevando a atratividade dos títulos públicos, investidores estão buscando segurança e bons retornos.
A série Estratégias para Viver de Renda do InvestNews, com patrocínio do Nubank, explora justamente essas oportunidades, destacando títulos como o Tesouro RendA+, que promete um fluxo de renda mensal para aposentadoria, e o Tesouro Educa+, focado em custear a educação dos filhos.
Enquanto o Tesouro IPCA+ tradicional devolve o montante de uma vez no vencimento, o RendA+ divide o pagamento em 240 parcelas mensais por 20 anos, potencializando os ganhos com juros compostos. O Educa+, por sua vez, oferece pagamentos mensais por cinco anos, ideal para quem planeja a educação futura.
Para quem busca renda passiva contínua sem consumir o principal, títulos com juros semestrais, como o Tesouro IPCA+ com juros semestrais e o Tesouro Prefixado, distribuem rendimentos periodicamente, preservando o capital investido.
Apesar das vantagens, é crucial entender que o efeito de juros sobre juros é limitado nesses títulos semestrais, sendo mais indicados para quem já está na fase de usufruto da renda. Além disso, a organização na gestão dos fluxos de rendimento e a atenção aos impostos são pontos importantes para maximizar os ganhos.




