Terminal da Cargill em Santarém é invadido em protesto contra desestatização de hidrovias

Destaques
- •ABTP repudia violência e depredação no Terminal Portuário de Santarém.
- •Manifestantes indígenas protestam contra o Decreto nº 12.600, que inclui hidrovias no PND.
- •Cargill aguarda ordem judicial para desocupação segura e busca garantir segurança dos trabalhadores.
Olha essa confusão! A ABTP (Associação Brasileira dos Terminais Portuários) veio a público repudiar os atos de violência e depredação que ocorreram no Terminal Portuário de Santarém, da Cargill, neste fim de semana.
O protesto, que envolveu invasão, destruição de equipamentos e ameaças a trabalhadores, foi classificado pela ABTP como um ato que não se enquadra no direito de manifestação. A Cargill, por sua vez, ainda está apurando os danos.
Mas qual o motivo da confusão?
A ação faz parte de protestos contra o Decreto nº 12.600, que inclui hidrovias importantes como a do Tapajós no Programa Nacional de Desestatização (PND). Os povos indígenas temem que isso afete a qualidade da água, a pesca e seus territórios.
A Secretaria-Geral da Presidência disse que está acompanhando a mobilização e reafirmou o compromisso com consultas prévias. Enquanto isso, a Cargill busca, junto às autoridades, uma desocupação segura do terminal, que já tem ordem judicial.
É um embate complexo entre desenvolvimento e direitos socioambientais. ⚖️




