Tensão em Jerusalém: Marcha das Bandeiras e invasão da Al-Aqsa

Destaques
- •Autoridades israelenses, incluindo o Ministro da Segurança Interna Itamar Ben-Gvir, participaram de incursões na Cidade Velha de Jerusalém e no complexo da Mesquita de Al-Aqsa.
- •Ocorrências aconteceram antes da 'Marcha das Bandeiras', manifestação nacionalista que celebra a ocupação israelense da cidade.
- •Ações geraram bloqueio do acesso de fiéis palestinos à mesquita, com lojas fechadas e moradores confinados.
A tensão em Jerusalém subiu nesta quinta-feira (14/05) com autoridades israelenses, incluindo o ministro Itamar Ben-Gvir, liderando incursões em áreas palestinas da Cidade Velha e no complexo da Mesquita de Al-Aqsa.
As ações ocorreram horas antes da tradicional 'Marcha das Bandeiras', evento nacionalista que comemora a ocupação israelense de Jerusalém em 1967. Durante as incursões, o acesso de fiéis palestinos à mesquita foi severamente restringido, com lojas sendo forçadas a fechar e moradores sendo impedidos de sair de casa.
A Mesquita de Al-Aqsa, terceiro local mais sagrado para os muçulmanos, é um ponto de conflito histórico, com alegações judaicas sobre o local como Monte do Templo.
No total, 620 ocupantes israelenses invadiram a área sob proteção policial, segundo o Departamento Islâmico Waqf em Jerusalém. A situação gerou revolta e aumenta o receio de novos confrontos na região.




