Tecnofascismo: A IA e as Big Techs Moldando um Novo Fascismo?

Destaques
- •Professor defende que IA e algoritmos criam mecanismos de controle social similares aos do fascismo.
- •Tecnologias atuais, com foco em eficiência e automação, replicam características como a 'banalidade do mal'.
- •Big techs amplificam narrativas dominantes e suprimem vozes dissidentes, facilitando controle mais sutil que o fascismo clássico.
Um professor da Universidade de Viena levanta a tese de que a inteligência artificial e as big techs estão pavimentando o caminho para uma nova versão do fascismo, o tecnofascismo.
Segundo Mark Coeckelbergh, as tecnologias atuais, longe de serem neutras, replicam características fascistas como a obsessão por mitos (agora sobre IA) e a valorização da eficiência acima de valores humanos, levando a uma nova "banalidade do mal" pela automação de decisões.
A consequência é que o controle se torna mais silencioso e preciso, com algoritmos moldando comportamentos através de conveniência e prazer, em vez de violência explícita, como no fascismo histórico.
O alerta se estende a democracias, como o Brasil, onde devemos observar as condições que apoiam a ascensão do tecnofascismo, inclusive por meio da IA e de como ela se insere nos governos e na sociedade. 🤖




