Tabata Amaral: PL que criminaliza críticas a Israel gera polêmica e acusações de 'mentira'

Destaques
- •Deputada Tábata Amaral defende PL que criminaliza críticas ao sionismo, alegando foco em 'políticas educacionais'.
- •Coletivo Articulação Judaica de Esquerda acusa a parlamentar de mentir, afirmando que o projeto altera a Lei do Racismo e prevê 12 anos de cadeia para críticos de Israel.
- •Jornalista Breno Altman também critica o PL, alegando que ele visa proteger o sionismo e não combater o antissemitismo, usando definição da IHRA.
O Projeto de Lei 1424/26, de autoria da deputada Tábata Amaral (PSB-SP), que propõe criminalizar críticas ao sionismo, virou alvo de polêmica.
Em vídeo, Amaral defendeu a proposta como focada em "políticas educacionais" e em distinguir antissemitismo de críticas a Israel. Contudo, o coletivo Articulação Judaica de Esquerda rebateu, afirmando que a deputada mentiu e que o PL, na verdade, altera a Lei do Racismo, prevendo 12 anos de cadeia para quem criticar o Estado de Israel.
A Articulação Judaica de Esquerda alega que o projeto é uma cópia de iniciativas internacionais de lobbies pró-Israel, visando censurar opositores das políticas israelenses.
O jornalista Breno Altman também criticou a deputada, acusando-a de hipocrisia e de usar a definição de antissemitismo da IHRA para proteger o sionismo, e não para combater o preconceito.
O PL, que já teve apoio de alguns parlamentares de esquerda que depois retiraram seus nomes, foca em punir críticas a Israel, gerando debate sobre liberdade de expressão e a linha tênue entre crítica política e antissemitismo. 🗣️




