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Suprema Corte de Israel nega recurso para médico palestino detido há 500 dias

16 de junho de 2026
Suprema Corte de Israel nega recurso para médico palestino detido há 500 dias

Destaques

  • Médico palestino Hussam Abu Safia detido há mais de 500 dias sem acusação formal.
  • Suprema Corte de Israel baseou decisão em "materiais confidenciais" inacessíveis à defesa.
  • Organizações de direitos humanos e apoio brasileiro criticam a decisão e pedem intervenção internacional.

A Suprema Corte de Israel bateu o martelo e negou o recurso em favor do médico palestino Hussam Abu Safia, que segue detido há mais de 500 dias. A situação é crítica: ele está preso sob a Lei de Combatentes Ilegais, mas sem uma acusação formal sequer ter sido apresentada.

O médico foi detido em dezembro de 2024 por desobedecer ordens de evacuar o Hospital Kamal Adwan, no norte da Faixa de Gaza, onde ele e outros funcionários optaram por permanecer para atender pacientes. A decisão da Corte, que considerou "materiais confidenciais" inacessíveis à defesa, gerou forte reação.

A detenção por tempo indeterminado e em condições abusivas, incluindo falta de atendimento médico, tem sido alvo de críticas de organizações como a Médicos pelos Direitos Humanos de Israel e o Centro Palestino para a Defesa dos Prisioneiros.

A pressão internacional e o apoio de entidades brasileiras como a CUT e personalidades como o jornalista Breno Altman e o senador Humberto Costa pedem urgência na intervenção de órgãos como a Cruz Vermelha e a OMS para acabar com essa detenção ilegal.

Fontes

https://operamundi.uol.com.br/feed/

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