STJ decide o futuro de ministro sob acusação de assédio

Destaques
- •Ministro Marco Buzzi do STJ enfrenta julgamento por assédio e importunação sexual.
- •Comissão interna recomenda pena de disponibilidade com demissão, a mais severa.
- •PGR pede aposentadoria compulsória; defesa alega falsidade das acusações.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai decidir hoje o destino do ministro Marco Buzzi, que está afastado do cargo por acusações de assédio e importunação sexual contra duas mulheres.
A comissão de ética do tribunal recomenda a pena máxima de disponibilidade com demissão, um afastamento que pode levar à perda do cargo. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também se posicionou pela punição, mas sugeriu a aposentadoria compulsória, que garantiria salário proporcional.
A defesa de Buzzi nega todas as acusações, alega que o ministro é vítima de um conluio e apresentou um laudo de disfunção erétil.
Para que Buzzi seja absolvido ou punido, são necessários 17 votos dos ministros. O caso já tem precedentes no STJ, com outros ministros afastados por condutas questionáveis no passado.
A decisão de hoje pode ter um impacto significativo na imagem do judiciário e na aplicação de punições para magistrados. ⚖️


