STF debate 'penduricalhos' e juíza diz que magistrados 'mal têm um lanche'

Destaques
- •STF analisa suspensão de verbas indenizatórias extras que ultrapassam o teto salarial do funcionalismo público.
- •Juíza Cláudia Márcia de Carvalho Soares defende benefícios, alegando que magistrados de primeiro grau arcam com custos próprios.
- •Decisão do STF pode consolidar a suspensão nacional de pagamentos irregulares e forçar revisão de supersalários.
O Supremo Tribunal Federal (STF) está no meio de um julgamento que pode acabar com os famosos “penduricalhos” no serviço público. A juíza aposentada e presidente da ABMT, Cláudia Márcia de Carvalho Soares, saiu em defesa desses benefícios, alegando que, na prática, os juízes de primeiro grau bancam até o próprio combustível.
A questão é se verbas indenizatórias, que não entram no cálculo do teto salarial de R$ 46.366,19, devem continuar sendo pagas. Ministros como Flávio Dino e Gilmar Mendes já suspenderam liminarmente alguns desses pagamentos, classificando a situação como uma “balbúrdia”.
A decisão final pode impactar diretamente os pagamentos acima do teto em todo o país.




