Startup brasileira Alya Space nega acusações de colaboração com a China para vigilância

Destaques
- •Relatório de comitê dos EUA acusa Alya Space de parceria com empresa chinesa para vigilância.
- •FAB confirma memorando de entendimento com a Alya Space entre 2020 e 2022, mas nega renovação.
- •CEO da Alya Space refuta acusações, afirma que MOU não evoluiu e estação não está operacional.
A startup brasileira Alya Space, com sede em Salvador, veio a público negar veementemente as acusações de autoridades dos Estados Unidos. O relatório de um comitê da Câmara dos EUA sugere que a empresa estaria colaborando com a China em projetos de vigilância, o que poderia fortalecer capacidades militares de Pequim.
O documento americano cita a estação “Tucano Ground Station” como uma suposta joint venture entre a Alya Space e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology, alegando troca de dados operacionais e até acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB) para treinamento e uso de antenas.
A FAB confirmou um Memorando de Entendimento (MOU) com a Alya Space entre 2020 e 2022 para calibração de sensores, mas ressaltou que não houve renovação. A CEO da Alya Space, Aila Raquel, explicou que o MOU foi apenas uma avaliação preliminar, não evoluiu para contrato, não gerou joint venture e já expirou. Ela enfatizou que a estação ainda não está em operação e seguirá todas as normas de segurança.
A empresa, focada em soluções espaciais civis para monitoramento ambiental e desenvolvimento sustentável, com operação comercial prevista para o próximo ano, reitera que suas atividades são estritamente legais e voltadas para o benefício coletivo. 🛰️




