Soledad Pastorutti emociona Messi e Monumental em homenagem a Maradona

Destaques
- •Cantora Soledad Pastorutti homenageia Diego Maradona com música no Estádio Monumental, em Buenos Aires.
- •A apresentação emocionou Lionel Messi e a torcida, lembrando o legado do craque argentino.
- •O julgamento sobre a morte de Maradona, com acusação de homicídio culposo contra sua equipe médica, tem veredito previsto para 22 de dezembro.
A cantora argentina Soledad Pastorutti emocionou o craque Lionel Messi e o público presente no Estádio Monumental, em Buenos Aires, com uma apresentação musical em homenagem a Diego Armando Maradona. A performance ocorreu na última sexta-feira, data em que o ídolo do futebol completaria 66 anos.
A música, que já foi cantada em outras ocasiões para Maradona, ecoou pelo estádio, criando um momento de forte comoção. A homenagem ressalta a profunda conexão do povo argentino com o ex-jogador, considerado um dos maiores gênios do esporte mundial. Clubes, organizações e jornais também publicaram mensagens carinhosas em suas redes sociais, celebrando a memória de Maradona.
O legado de Maradona e a homenagem
Diego Maradona faleceu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos, após uma parada cardiorrespiratória em sua casa em Tigre, na zona metropolitana de Buenos Aires. Ele se recuperava de uma cirurgia para remover um coágulo sanguíneo no cérebro.
A comoção em torno de sua figura é imensa, e sua memória é mantida viva através de homenagens como a de Soledad Pastorutti. O apelido "Pelusa", que significa "peludo" em português e era uma referência à sua grande quantidade de pelos desde a infância, foi citado por diversos clubes em suas mensagens.
O jornal "Olé" publicou uma mensagem direcionada a Maradona: "Diego, temos tanto para te contar... No dia em que você faria aniversário, deixamos uma mensagem para te atualizar com tudo o que vivemos desde que você se foi. Porque, de alguma maneira, você sempre esteve presente".
Questões judiciais após a morte
A morte de Maradona se tornou um caso judicial, com suspeitas de negligência médica. Sete membros da equipe médica que o acompanhava são acusados de homicídio culposo, que é quando há morte sem intenção de matar.
Os réus incluem a psiquiatra Agustina Cosachov, o neurocirurgião Leopoldo Luque, o psicólogo Carlos Ángel Díaz, a médica Nancy Edith Forlini, o enfermeiro Ricardo Almirón, o enfermeiro-chefe Mariano Ariel Perroni e o médico Pedro Pablo Di Spagna.
A equipe médica, por sua vez, nega qualquer irregularidade em seus procedimentos. O veredito do julgamento, que busca esclarecer as circunstâncias da morte do ídolo, será revelado pela justiça no dia 22 de dezembro.



